terça-feira, 29 de julho de 2025

sonhar além de nós

Julho no cerrado sempre tem uma ventania matinal tão saudosa. Tá rolando uma obra ao lado da minha casa e os pedreiros intercalam fofocas e rádio enquanto pego esse sol. Intervalos de barulho e agonia física preenchem este mês de férias sem férias que me deixa sedenta por mudança, fugi pras colinas, mas a saudade do frenesi me lambe a espinha vira e mexe.