Talvez tenha sido agora, neste ponto, veja. Creio que agora sim, aconteceu. Portanto, daqui em diante: outro. Será que sim? Creio que sim, o processo chegou ao fim. Não! O processo é tudo isso aí, ai meu Deus... Me perdi nele, o processo se perdeu em mim. A culpa foi minha, mas o processo me livrou da culpa, logo, culpa não há mais neste processo de perder-me dele próprio. Venha então! Te dou-me as mãos, os pés, todo o resto, que faz parte desse meio-durante o que eu sou. Vale a loucura: de fato não começa nem termina. Exceto, talvez, a não ser... neste ponto, este agora, em que eu vejo (é claro!): algo terminou. Sim. Terminou, sim.
Ou...
Ou será que...